
Quando deitei mãos ao jornal no domingo, deparei-me logo com a referência à entrevista.
Li o jornal de rajada e saltei para a Pública.
Li o que José Rodrigues dos Santos tinha a dizer.
Recordei o caso Rosa Veloso.
Recordei outras entrevistas do Orelhas (ei! é nome carinhoso!) e como disse uma vez que depois de consolidar a sua carreira de jornalista, deixou de votar. Não queria sofrer pressões, ainda que somente pessoais.
Ok, não curto as piscadelas de olho e as mensagens foleiras no fim do telejornal. Mas gostei do que tinha dito na anterior entrevista e curti os tomates que mostrou ter na entrevista que deu à Pública.
2 comentários:
Não sabia do caso Rosa Veloso e assustei-me, porque me pareceu ter lido Rosa Casaco. Assustei-me duplamente quando associei o Orelhas ao LFV do slb. Agora que caí na real, vejo-me na ingrata função de ter que comentar que há muito tempo que a RTP não é um orgão de informação independente e livre...
Não deixava de ter piada, porém, a primeira leitura do post, em que julguei associar o LFV do slb ao inspector da pide!
A bem "dezer" não sei que pense! Dá-me a ideia que o homem diz uma coisa e depois diz outra... se calhar devia ter falado mais alto há uns anos atrás ou batido com a porta, por exemplo! Agora a coisa soa um tanto obscura!
Evidentemente pressão haverá sempre; o que os jornalistas não podem deixar passar (no devido momento) é quando há de facto interferência!
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